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Crónicas de uma mãe atrapalhada 2: o nosso anjo azul

Um dia escrevi sobre as aventuras e desventuras das delícias da maternidade e do milagre da vida! Este é a continuação dessas aventuras com um menino especial com autismo e um raro síndrome de deleção 18P

Crónicas de uma mãe atrapalhada 2: o nosso anjo azul

Um dia escrevi sobre as aventuras e desventuras das delícias da maternidade e do milagre da vida! Este é a continuação dessas aventuras com um menino especial com autismo e um raro síndrome de deleção 18P

Hoje é o meu dia

Um brinde à vida!

Dizem que são 52, mas não é assim que me sinto. Sinto-me como se fossem 25.

Quando somos crianças imaginamos o nosso futuro. O que eu imaginava era se o mundo seria tão avançado como na mítica série da minha geração “O Espaço 1999”. A verdade é que estamos no século XXI e num ano de algo que nunca imaginei viver. Imaginei viver e vivi uma transição de século e uma transição de milénio, que privilegiada que a minha geração foi. E para mim como professora de História foi de facto magnifico. Vi muita coisa evoluir para melhor e outras para pior.

  Brinquei na rua, andei de carrinhos de rolamentos, joguei flippers no café, espalmei moedas para jogar, pus moedas para ouvi música na Jukebox. Trepei às árvores, explorei túneis e os livros tornaram-se amigos para vida.

Fascinei-me com a evolução da tecnologia e lamentei a perda de postos de trabalho graças a ela. Vi algumas profissões aos poucos quase morrerem e outras nascerem.

Consegui  ser uma mãe do século XX com filhos do século XXi.

Chamem-me velhinha do Restelo se quiserem, mas hesito em adquirir a via verde para os portageiros manterem o emprego e sempre que posso escolho-os a eles em vez das máquinas.

 Nos supermercados faço o mesmo, prefiro as Caixas com pessoas às máquinas.

Sei que um dia vão ficar só as máquinas, enquanto puder escolho as pessoas.

Nem sempre a vida é fácil, mas escolho seguir em frente. Sou grata pelo que tenho, pelo pouco, que conquistei que para mim é muito.

O que nunca imaginei foi que ao celebrar este aniversário o fizesse durante o “rescaldar”

 de uma pandemia.

Seja como for o que interessa é estar aqui para os celebrar e brindar à vida com aqueles que mais amo a minha família e também com vocês queridos amigos, seguidores e leitores.

 

 Sendo assim em resumo, vivi a passagem do século e milénio, vivi uma pandemia, já plantei uma árvore, já pus dois filhos no mundo, falta-me escrever o livro

 

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