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Crónicas de uma mãe atrapalhada 2: o nosso anjo azul

Um dia escrevi sobre as aventuras e desventuras das delícias da maternidade e do milagre da vida! Este é a continuação dessas aventuras com um menino especial e as suas peripécias.

Crónicas de uma mãe atrapalhada 2: o nosso anjo azul

Um dia escrevi sobre as aventuras e desventuras das delícias da maternidade e do milagre da vida! Este é a continuação dessas aventuras com um menino especial e as suas peripécias.

Ele chamou-me pai…

Hoje foi dia de reunião com o professor de educação especial, que infelizmente para ele e para mim é contratado, pois se não o fosse poderia continuar a acompanhar o Gonçalo mais tempo.

A reunião decorreu muito bem, mais em tom de conversa amena do que de reunião informal, o que coordena comigo. Explicou-nos como funcionava o programa do computador que lhe foi atribuído pelas suas características.  O Gonçalo foi ter connosco e demonstrou com a ajuda do professor as suas atividades. O professor apenas se queixou do mesmo que, eu me queixo da relutância que ele tem em ficar sentado e trabalhar, mas que acabava por o conseguir. Comentou que ele era um mimalho e mesmo na nossa frente o Gonçalo foi ter com ele e dar-lhe um beijinho na bochecha.

Contou-nos das dificuldades que teve para registar o software, tarefa que realizou durante as férias de Páscoa. Comentou que o Gonçalo tem evoluído muito e que gosta muito de fotografar e ser fotografado.

 

Depois disse que ás vezes o menino fazia birras e chorava quando tinha de trabalhar, mas que achava que tinha conseguido estabelecer um aboa relação com ele.  Um pouco atrapalhado contou-nos:” -No outro dia no Intervalo, chamou-me pai!”

 Eu e o meu marido sorrimos e dizemos que achávamos ótimo, para nós quer dizer que ele se sente acarinhado pelo professor, da mesma forma que que se sente acarinhado por um de nós.

Como disse, é pena que apenas o acompanhe este ano.

 

3 Grasnados

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    Mamã Gansa 11.05.2018

    , tenho consciência disso, daí termos sorrido. O Gonçalo está quase mais ligado ao pai do que a mim, ( eu faço o papel da bruxa má como digo), e este ano é quase sempre o pai que o leva e vai buscar à escola, como já contei no comentário que respondi à Maribel, não é uma situação que não me seja familiar, a mim até já me chamaram, de avó ( e eu :ooops estou assim tão velha? . para os meus botões) Sim o software é muito útil além dele se continuar a familiarizar com os símbolos arasac, também tem jogos para o motivar e trabalhar outras áreas.
  • Sem imagem de perfil

    P. P. 11.05.2018

    Na educação de qualquer criança é de todo importante a existência desses papéis.
    Por acaso, tive a mesma reação perante a 1.ª vez que me chamaram pai. E agora recordei, que com um pequenino, avô também surgiu. Logo fiquei preocupado com a aparência. Mas trata-se dos afetos que têm com determinado familiar, ao qual nos associam :)
  • Grasnar:

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