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Crónicas de uma mãe atrapalhada 2: o nosso anjo azul

Um dia escrevi sobre as aventuras e desventuras das delícias da maternidade e do milagre da vida! Este é a continuação dessas aventuras com um menino especial e as suas peripécias.

Crónicas de uma mãe atrapalhada 2: o nosso anjo azul

Um dia escrevi sobre as aventuras e desventuras das delícias da maternidade e do milagre da vida! Este é a continuação dessas aventuras com um menino especial e as suas peripécias.

A contar histórias na escola do filho…

Uma das atividades da escolinha da Gonçalo era as mães ou os pais fazerem um livrinho com uma história com os filhos e irem lá contar. Assim como só na Quarta feira passada consegui tempo, fui lá contar as histórias.  Embora tivesse tentado que o Gonçalo colaborasse comigo de alguma forma, quase não consegui. Apenas consegui que ajudasse a colar os bonecos da capa e contrariado, o que o estava frustrar a ele e a mim pelo que não insisti mais.

   Optei então por escolher umas das historinhas que costumava escrever com a irmã quando ele era pequenina e além do livrinho ainda contei outra história.

 

A primeira coisa que o Gonçalo fez quando me viu de livro na mão foi ir buscar a cadeira para me sentar.

 

DSCF1867b.jpg

 

 

Esteve um pouquinho   sentado, mas depois andou de volta de mim, e foi para o meio da sala onde se pôs a gesticular, chamei-o para o pé de mim para sair da frente dos colegas, mas a Educadora disse que era comum ele fazer isto durante as histórias e que os colegas já estavam habituados.

 

 O pais que também assistiu e fotografou disse que parecia que ele estava a representar a história e mais tarde a irmã confirmou que era o que ele fazia com as histórias que via na televisão. E depois de olhar para as fotografias fiquei exatamente com essa mesma ideia, pois estava a contar uma história sobre uma nuvem e  um caracola e ele ora apontava para o cima quando eu falava da nuvem, ora apontava para o chão quando falava do caracol.

DSCF1871c.jpg

 

Quando fui contar a segunda história sentei-me no chão para estar mais perto dos meninos e o filho veio ter comigo ajudar-me conforme eu acabava de ler ele segurava-me nas  folhas.

Sei que ele não exprime, mas senti que estava orgulhoso por ter ali a mamã a contar histórias.Os meninos gostaram e até a Eduacdora me pediu para ficar com uma das histórias que eu prevamente imprimira já para ela. Assim decidi publicar aqui tambémas histórias que contei, embora já stenhas publicadas noutros blogues.

 

DSCF1896a.jpg

 Fotografias da auoria de Pedro Duarte direitos reservados.

As caras dos meninos estão com os corações por uma questão de manter o anonimato dos mesmos.

3 Grasnados

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    Mamã Gansa 26.06.2018 23:20

    Ele é selectivo, mas tem uma relação de profundo afecto com os que lhe caem em graça.
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    P. P. 27.06.2018 13:49

    Os meus também eram assim.
    Já com quem gostavam, comportavam-se de maneira diferente, daí a minha interpretação. Recordo o meu com TEA, com deficiência mental grave, não verbal (emitia apenas os sons de bebés), sem controlo de esfíncteres... Abraçava-me! Curiosamente, sempre que o fazia, ou dava aqueles beijinhos com a ponta dos dedos, eu estava sempre em baixo. O mesmo fazia com a auxiliar que mais atenção lhe dava. E era mágico...

    Gosto tanto dele!
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