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Crónicas de uma mãe atrapalhada 2: o nosso anjo azul

Um dia escrevi sobre as aventuras e desventuras das delícias da maternidade e do milagre da vida! Este é a continuação dessas aventuras com um menino especial e as suas peripécias.

Crónicas de uma mãe atrapalhada 2: o nosso anjo azul

Um dia escrevi sobre as aventuras e desventuras das delícias da maternidade e do milagre da vida! Este é a continuação dessas aventuras com um menino especial e as suas peripécias.

Onde estava o Gonçalo há dez anos

A tua irmã perguntou-me por brincadeira depois de eu publicar uma foto dela de há dez anos. Onde estava o mano há dez anos? E eu respondi-lhe nos nossos desejos e no nosso coração e não é que fui ver o que tinha escrito há dez anos e olha só a mana tinha pedido uma mana a 30 de Janeiro e tu nasceste em Janeiro.

Há dez anos atrás

Sexta-feira, 30 de Janeiro de 2009

Mãe tens de me e comprar uma mana...

  Fui buscar a Bá ao Infantário assim que ela entra no carro diz-me:

- Mãe tens de me comprar uma mana!

eu: - O quê?

Ela: - Tens de me comprar uma mana, Não vês? Eu não tenho uma mana!

Eu: - Filha as manas não se compram! A mamã e o papá é que fazem os manos ou manas.

 A mamã também gostava, mas os papás não têm dinheirinho(glup!)

Ela: - Eu dou-vos as moedas do meu mealheiro.

 

Horas mais tarde

 

Eu a trabalhar ela a ver televisão.

 

Ela: Quantos euros mãe?

 

Eu: Quantos euros , o quê?

 

Ela:- Quantos euros custa uma mana?

 

Eu: pergunta ao pai!

 

 

Ou me sai o euromilhões ou estou tramada!

 

 

sinto-me: triste

 

Post originalmente publicado aqui

Onde e como está o Gonçalo agora.

Aqui ao lado  da mana crescida e

 

muito feliz!

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Cumplicidade e tonteira.

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Nao, nao e a melhor foto, tecnicamente esta pessima. Mas e a que registou um momento de cumplicidade e tonteira entre os dois. A Ba anda adoentada.Tive que sair com ela e claro com Goncalo. Era para ter ido ao Parque com ele, mas a mana nao quis ir e ele  fugiu atras dela. E foi assim que num ato de cumplicidade e tonteira, acabou por ficar em casa num sabado de sol. Mas apesar disso que felicidade que me da essa cumplicidade. 😍

Sim esta sem acentos. Ainda nao consigo escrever com eles no telemóvel.

 

Quando o Youtube te notifica dos Numberblocks...sabes que és mãe/pai de gente pequena#7

Sabes que és pai ou mãe de gente pequena quando o Youtube te notifica do último espisódio dos numberblocks.

 

Pois é, o garoto adora  tirar-me o telemóvel e ver o último grito da moda em termos de vídeos para crianças em idade escolar.E foi com estes amiguinhos coloridos e divertidos que aprendeu inglês sózinho.

 

 

Fofo!

A mana ensinou-o a dizer que é fofo. Hoje estava a ensinar-lhe o meu nome. Ele repetiu  e  eu aplaudi a conquista. Depois pergunto-lhe “E o teu nome é?”. E ele muito depressa “ Fofo”. E eu sim és fofo mas o teu nome é Gonçalo e lá repetiu. E depois pergunto “ E o Gonçalo é…?” E ele fofo. Pronto o Gonçalo é fofo e acabou-se!

Instagramizámo-nos!

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Pois é eu gosto de inventar palavras. Rendi-me ao Instagram Decidi modernizar-me e começar a ter o blog nas redes sociais. E a partir de agora já podem seguir-nos no Instagram. Espero é encontrar o meu telemóvel depressa que aqui o meu pequeno diabrete escondeu-mo. Agora é só carregar no ícone da barra lateral da direita e podem seguir-nos lá.

 

Fui convidada

 

 

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Conheci a Fernanda Amaral por meio de uma amiga comum a Cláudia Vidreiro de quem a minha filha foi colega do seu primogénito.A Fernanda está do outro lado do Atlântico e  eu e a Cláudia deste, Mas o Universo num golpe de mágica uniu-nos ás três. O que nos uniu às três foi sermos três mães de crianças guerreiras. No seu blog a Fernanda conta as suas lutas e conquistas dela e da sua filha. E convida as mães como ela a partilharem os seus testemunhos para entreajuda convido-vos a ler o meu testemunho, e outros que vos interessarem e aproveitem para conhecer o blog da Fernanda. Depois digam oque acharam.

 se quiserem pode carregar na foto para ler o testemunho.

Sete anos de ti meu Principe Guerreiro!!!!!!!!!!

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 Sete anos de amor incondicional

“Every day for us something new, Open mind to a different view…

Forever trusting in who we are and nothing else matters”

Há sete anos atrás estava longe de imaginar que estes versos dos Metálica que tanta vez ouvi na minha gravidez, (era o toque do meu telefone na altura) e que durante tantas noites eram a única coisa que te adormeciam, hoje fizessem tanto sentido na nossa vida.

  Há sete anos atrás não chovia e eu não estava afónica nem com gripe. Estava um dia bonito com sol e pouco frio.  O teu pai foi-me chamar para irmos à consulta e eu fiquei com um friozinho de ansiedade.  Estava cheia de sono e só bebi um iogurte para não nos atrasarmos.

Quando o médico disse que estavas pronto para te induzir o parto, tive muitos receios. Mas recordei o parto da tua irmã e não quis que acontecesse o mesmo.

 Foi então que o médico e teu pai me perguntaram:

“O que é que eu queria fazer?”

E eu sorri e perguntei:

“Querem uma resposta politicamente correta ou a verdade?”

Eles responderam em coro: " A verdade."

E eu: “Na verdade o que eu quero é dormir que tenho sono e comer que tenho fome!!!”

´ Era a verdade, mas não era toda, a verdade é que ainda não estava pronta para não te ter protegido na minha barriga. A verdade é que me assustava não te conseguir proteger cá fora. Talvez esse fosse um prenúncio de tudo o que iríamos viver. Mas eles sorriram e perguntaram-me: “Não é isso: É para avançar?”  E eu ainda insegura respondi que sim. Estava pronta para te conhecer, para te receber nos meus braços, na minha vida. E tu nasceste e choraste. Pensei que o choro era de outro bebé. Quando o médico me disse que já estavas cá fora. Ficaste ao meu colo, em cima de mim, pele com pele, como tinha sonhado, pois tinha sido privada disso com a tua irmã. E   nesse momento, eu não fui feliz, eu era a própria felicidade, porque ela estava ali, sobre o meu corpo, na minha pele

Confesso que em situações de desespero, em que me sentia desorientada e desapoiada, desabafava dizendo que se fosse hoje não teria um segundo filho. Mas era mesmo um desabafo, porque ainda ontem olhei para ti, para o teu sorriso genuíno, senti os teus abraços e os teus beijinhos e tentei imaginar-me a viver sem ti e não conseguia sequer imaginar. És uma parte importante de mim. És o meu menino talismã. Um sonho tornado realidade. E nada mesma nada nesta vida vai mudar isso.

 Ainda me lembro de estar à tua espera no quarto Hospital andando livremente de um lado para outro, até hoje me arrependo de me terem convencido a levar a Epidural , as únicas dores de que tenho memória  e que me tiraram o prazer de sentir nascer.

Ainda me lembro da nossa primeira noite juntos e da primeira vez que te mudei a fralda. Ia tão segura mim   e de repente: “Ups! Este é um pilinhas. Como é que eu faço?” E lá aprendi.

E desde aí tens sido meu professor em muita coisa na vida.  E sabes filho, o meu coração inundou-se de alegria, quando te ouvi responder à médica, de olhos brilhantes e sorriso genuíno, que estavas “Feliz!”

Muitos Parabéns pelos teus Sete anos meu anjo azu,l que, me ensinas todos os dias uma coisa nova, a abrir a minha mente para uma nova visão do mundo e que possamos para sempre confiar em quem nós somos.

 Um disseram-me que nunca ias ser igual aos outros meninos, nem eu quero. Vais ser apenas tu, genuíno como és, sem limites para o sonho.

 E quem se atravessar no teu caminho lembre-se que terás sempre aqui a tua mamã, umas vezes Gansa, outra vezes Leoa a defender o teu direito a seres sempre Feliz!!!!!

 

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