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Crónicas de uma mãe atrapalhada (2ªParte)

Um dia escrevi sobre as aventuras e desventuras das delícias da maternidade e do milagre da vida! Este é a continuação dessas aventuras com um menino especial e as suas peripécias.

Crónicas de uma mãe atrapalhada (2ªParte)

Um dia escrevi sobre as aventuras e desventuras das delícias da maternidade e do milagre da vida! Este é a continuação dessas aventuras com um menino especial e as suas peripécias.

Um poema de que gosto sobre os Filhos

Li pela primeira vez este poema na minha viagem de finalistas de faculdade a Espanha. Estava escrito em  espanhol e adorei. Fui procurar saber mais um pouco sobre o seu autor e descobri que era e origem Libanesa, oriundo e uma família humilde,que tinha vivido e estuado nos E.U.A. Regressou por uns tempos á sua Terra de origem mas depois voltou para junto da mãe e das irmãs no E.U.A, faleceu aos 48 anos supostamente de cirrose e tuberculose. Deixou uma obra que ultrpassou as barreiras da língua árabe. Foi pintor, ensaista, conferencista e escritor de prosa e poesia. Gosto muito deste poema, ensina-nos tanto sobre o nosso papel na vida dos nossos filhos.

 

Vossos filhos não são vossos filhos....

Vossos filhos não são vossos filhos.
São os filhos e as filhas da ânsia da vida por si mesma.
Vêm através de vós, mas não de vós.
E embora vivam convosco, não vos pertencem.
Podeis outorgar-lhes vosso amor, mas não vossos pensamentos,
Porque eles têm seus próprios pensamentos.
Podeis abrigar seus corpos, mas não suas almas;
Pois suas almas moram na mansão do amanhã,
Que vós não podeis visitar nem mesmo em sonho.
Podeis esforçar-vos por ser como eles, mas não procureis fazê-los como vós,
Porque a vida não anda para trás e não se demora com os dias passados.
Vós sois os arcos dos quais vossos filhos são arremessados como flechas vivas.
O arqueiro mira o alvo na senda do infinito e vos estica com toda a sua força
Para que suas flechas se projetem, rápidas e para longe.
Que vosso encurvamento na mão do arqueiro seja vossa alegria:
Pois assim como ele ama a flecha que voa,
Ama também o arco que permanece estável.

Khalil Gibran